ESTE SOU EU

Francisco Valdean

Um Cearense acolhido pela favela da Maré após fazer a travessia de migração do  Nordeste até o Rio de Janeiro. Sou fotógrafo documentarista e pesquisador, desenvolvo projetos autorais e reflexões sobre as imagens das paisagens cotidianas das favelas e subúrbio da cidade.

Me formei em fotografia na primeira turma da Escola de Fotógrafos Populares, um projeto do Observatório de Favelas desenvolvido na região da Maré desde o ano de 2004.

Sou graduado em Ciências Sociais pela Uerj, Mestre em Antropologia Visual pela mesma universidade e atualmente doutorando pelo PPGARTES-UERJ.

No momento coordeno o projeto Imagens do Povo onde também atuo como fotógrafo desenvolvendo projetos e coberturas fotográficas.

Ganhador do prêmio “Territórios de Cultura” da Secretaria de Cultura da cidade do Rio de Janeiro em 2015.

Desde 2007 venho participando de exposições coletivas nos mais variados centros culturais da cidade do Rio de Janeiro, inclusive, com participações  fora do Brasil.

2013: exposição “Arte de Celebrar” na galeria Arto na cidade de Saint-Jean-sur-Richelieu, Quebec, Canadá.

2014: realizo meu primeiro processo curatorial, produzi a exposição fotográfica “Desde junho nas ruas do Rio”, um olhar de 17 fotógrafos (as) sobre os protestos que sacudiram a cidade naquele ano.

2015: participa de exposição na Conference on educacional and entrepreneurial initiatives to suport in places of violence evento realizado pela Universidade de Stanford, Califórnia, Estados Unidos.

2017: assino a curadoria da exposição “XINGU Escritas Visuais” da fotógrafa Marcia Farias, exibida na galeria 535 na Maré.

2018: realizo a exposição “Entre Maré e Alemão: relatados do cotidiano” exibida no Sesc Ramos, ainda no ano de 2018 assino a curadoria da exposição “Domingos de Sol” exibida no Museu Mel e “Vida Brincante” exposta no Arquivo Nacional.

No campo da educação desenvolvo cursos e oficinas de fotografia ao longo dos últimos anos para os mais variados públicos. Em 2018 fui professor da residência “Comunica no 50º festival de Inverno da UFMG” e em 2019 realizei a oficina “Imagens da Metrópole” e atualmente faço a coordenação pedagógica e também professor do curso “Lugar da Imagens” desenvolvido pelo projeto Imagens do Povo/Observatório de Favelas.

2019: no contexto de estudos do doutorado cria o museu MIIM, um projeto museológico realizado em uma caixa de papelão do tamanho de uma caixa de sapatos. Um museu ambulante que reúne um acervo fotográfico dos aspectos culturais e sociais das favelas da Maré.

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